Formadores

 
 

A Escola do Rock Paredes de Coura oferece uma experiência de aprendizagem única, orientada por uma equipa de artistas profissionais com especializações variadas em ensino de música, realizadas na Casa da Música ou em alguns dos cursos técnicos e superiores mais conceituados nesta área. Os nossos formadores facilitam o processo de aprendizagem, desconstruindo os métodos tradicionais de forma a potenciar as capacidades técnicas e criativas de todos os alunos.

 

samuel Martins Coelho

 tem feito um percurso de descoberta e constante reinvenção da sua linguagem musical. Com raízes na música clássica, tem vindo a desenvolver uma linguagem muito própria, utilizando diversas fontes sonoras. O seu trabalho atravessa vários géneros e universos musicais, desde a música clássica conceptual, experimental e à improvisação.

A sua atividade artística desenvolve-se em vários projectos, tais como: Samuel Martins Coelho, EL RUPE, Estranhofone, Mods Collective, Space Ensemble, Escola do Rock, Pata Fisica, colaborando também nos projetos Ondamarela, NACO, Miguel Ramos, Gnomon, Hot Air Balloon and Atic, tendo diversos discos editados.

Nos últimos anos, tem colaborado como diretor musical, compositor e instrumentista com companhias de teatro como Teatro Experimental do Porto, Máquina Agradável, Comédias do Minho e Teatro Oficina.

Desenvolve atividades com as comunidades e lidera intervenções musicais criativas, dirigidas a crianças e ao público em geral, colaborando com vários artistas da área da dança, do teatro e da performance. Em 2017 foi artista residente do AiR Programme, em Malta (Gozo), no âmbito do programa da Fondazzjoni Kreattivitá e Valletta 2018 (Capital Europeia da Cultura).

Estudou violino na Escola Profissional Artística do Vale do Ave e na Academia Nacional Superior de Orquestra (Lisboa). Participou no II Curso de Formação de Animadores Musicais do Serviço Educativo da Casa da Música, tendo colaborado como facilitador nos cursos posteriores. Também na Casa da Música, realizou workshops de “Soundpainting”, “Sons do Dia” (Marc Ducret), “General Skills in the Class Room” (Sam Mason e Tim Steiner) e o seminário de Gamelão (Andy Canning). 

Fez parte da Banda Sonora da curta-metragem de Regina Pessoa “Tio Tomás, a contabilidade dos dias”. Desde a estreia internacional em junho de 2019, na Croácia, o filme foi já distinguido no Festival de Cinema de Annecy, em França, com o prémio especial do júri, no Festival Animamundi, no Brasil, ou nos Caminhos do Cinema Português, em Coimbra. Foi também candidato às nomeações para os Óscares e venceu a corrida para o galardão de melhor curta-metragem nos prémios Annie Awards.

 
 

Maria Mónica

Formou-se em Design de Comunicação e Artes Gráficas, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Estudou música em paralelo com o seu percurso académico, em instituições como o Conservatório de Música de Aveiro e a Escola de Música Valentim de Carvalho, no Porto.

É uma artista multidisciplinar e trabalha em regime 'freelancer' através de vários projetos artísticos: ilustração, artes gráficas e impressão artística, visuais para espetáculos e design. Desenvolve os seus próprios projetos de vídeo, animação, ilustração, música, entre outros.

Pertence, como baixista, e coordena artisticamente a OGBE - Orquestra de Guitarras e Baixos Eléctricos, que tem como diretor musical Peixe (Pedro Cardoso).

Coordenou e dirigiu o Ensemble de Gamelão da Casa da Música.

Pertence à banda portuguesa Os Príncipes.

 
 

sérgio Bastos

Sérgio Bastos nasceu no Canadá, em 1980. Começou a estudar piano aos 10 anos de idade, tendo estudado no Conservatório Regional de Tomar, Conservatório Nacional de Lisboa, Hot Club de Portugal e Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (ESMAE), onde se licenciou em Piano-Jazz. Atualmente frequenta o Mestrado em Ensino de Música - Jazz na ESMAE.

No seu percurso profissional colabora/colaborou com projetos de diversas áreas musicais, tais como Space Ensemble, Serviço Educativo da Casa da Música, Serralves - Improvisações / Colaborações com Fred Frith e Mark Dresser e com Sven-Ake Johansson, Porta Jazz, Teatro A Barraca, Stopestra, Cavalheiro, Tulsa, S. Pedro, Glockenwise, Miguel Ramos e Evols.

É professor de piano e pianista acompanhador na Academia de Música de Castelo de Paiva.

 
 
 

José Marrucho

José Marrucho nasceu no Fundão, em 1984, e é um dos bateristas mais requisitados do jazz nacional.

Tem uma vasta formação, tendo estudado na Academia de Música e Dança do Fundão, na Escola Hot Clube de Lisboa e na ESMAE, no Porto, onde integrou o combo vencedor do concurso da Festa do Jazz do Teatro São Luiz, em 2007. Para além disso, participou em workshops e aulas com vários músicos internacionais como Mark Turner, Jason Lindner, Dan Weiss, John Riley, David Binney e Marc Ducret.

Ao longo da sua carreira, tocou em várias bandas, tais como The Experience (tributo a Jimi Hendrix), Underground Spiritual Band (Afro Beat), Zelig, Swingle Singers, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Reunion Big Jazz Band, Big Band Nacional da Juventude e Big Band do Hot Clube de Portugal, entre outras. Atuou em palcos como o Festival Paredes de Coura, Teatro São Luiz, Centro Cultural de Belém, Casa da Música, Festival de Curtas Metragens de Vila do Conde, e em vários festivais de jazz. Gravou ainda com Zelig ("Joyce Alive"), AP Quinteto ("6 e 5"), Coreto ("Aljamia", "Mergulho e "Sem chão"), Sexteto de Miguel Moreira ("Câmbio") e João Mortágua ("Janela").

Em 2006 começou a dar aulas de bateria na Escola de Jazz no Porto. Atualmente leciona na Academia de Música Valentim de Carvalho, no Porto, e na Tone Music School, em Coimbra.

 
 

Nuno Alves

rogramador Cultural desde 1993, fundador de vários festivais de música (Paredes de Coura, Space Festival, entre outros), curador de concertos jazz na Casa da Música, Aula Magna, entre outros espaços e eventos. Músico e diretor artístico do Space Ensemble, com um vasto trabalho na criação de filmes-concerto, com cinematografia de Norman Mclaren, Heikki Preppula, Lotte Reiniger, Dziga Vertov, e outros realizadores internacionais.

Diretor de Programação do Canal 180 desde Setembro de 2010. Engenheiro Eletrotécnico, formado na Universidade de Coimbra, com quinze anos de experiência em desenvolvimento e planeamento de projectos de software na área das telecomunicações.

 
 

Miguel Ramos

nasceu no Porto em 1984. Desde muito novo que se sentiu seduzido pela Música e pelo Desenho, dedicando grande parte do seu tempo a praticar e experimentar as duas áreas.

Estudou na Escola Artística Soares dos Reis e frequentou o Curso de Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto e o Curso de Produção e Tecnologias da Música, na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo.

No âmbito da Música trabalhou e trabalha com diversos projetos, tais como: Insert Coin, Orquestra Orff do Porto, Supernada, Mosh, Mesa, Torto, Jorge Palma & Os Demitidos, Hitchpop, Naco, Stopestra e Ensemble de Gamelão da Casa da Música.

Fez o Curso de Formação de Animadores Musicais e tem vindo a colaborar em diversos espetáculos do Serviço Educativo da Casa da Música.

É professor de iniciação à guitarra clássica e baixo elétrico.

Nos últimos anos tem vindo a desenvolver trabalho na área do Desenho e da Ilustração.